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  Segunda, 6 de setembro
 



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O que acontece na Zale?


Depois de 3 anos e meio como presidente e CEO da Zale, o Conselho da Zale pediu a Mary Forte para de sair do cargo. O Presidente do Conselho Richard Marcus disse que o Conselho concorda as estratégias de Forte, mas necessita de gerar resultados positivos mais rapidamente.
A Idexonline preparou um relatório chamado ‘Forte Post-Mortem: What Went Wrong, and What Went Right?’ que se reporta a saída da presidente e CEO Mary Forte.
A Zale tem 3 objetivos estratégios:
1) aumentar o share, onde tem obtido sucesso pequeno;
2) desenvolver uma operação mais eficiente, onde obteve progressos modestos e
3) melhorar a experiência de compra do cliente, onde os resultados estão confusos.
Forte é um talento individual. Depois de uma carreira de sucesso como varejista, ela entrou na Zale em 1994 e tornou-se seu CEO em 2003.
Zale é uma grande companhia, e é difícil mudar rapidamente o curso. O Conselho da Zale tem historicamente um fusível que se queima rapidamente. Assim, desde o começo, houve pressão sobre Forte. Acreditamos que Forte tinha um voto de "não confiante".
Há velho adágio entre varejistas: "o crescimento é a única evidência da vida". No caso da Zale, seu crescimento está parado. Os lucros não estão se expandindo e muito modestos abaixo da média da indústria.
Os resultados financeiros da Zale não apresentam nenhum valor melhor que a média da indústria joalheira. Em alguns casos, estão abaixo da média. Contudo, a companhia está ativa em qualquer análise financeira.
A companhia permanece com base muita sólida, mesmo sem o crescimento dos lucros. O cash-flow é forte, não havendo perigo de problemas financeiros de qualquer ordem.
Desde a saída de Bob DiNicola, que administrou a empresa de 1994 até 2003, há um turnover acima da média de líderes, isto faz cair a moral dos empregados.
Quando DiNicola instalou seu time de líderes com Mary Forte e Sue Gove para administrar a companhia em 2003, era para ser compartilhada entre as lideranças. Isto faz a Wall Street começar a perder paciência, pela queda de 30% nvo valor das ações da Zale, desde metade de 2005, sem um interlocutor confiável.
A Zale não articulou planos para cada divisão. Enquanto que a Zale Jewelers objetiva o mercado de massa, entra no nicho de mercado da Gordon’s Jewelers. A Bailey Banks & Biddle, a marca de luxo, é reduzida sua base de lojas em 50%. A Zale’s Outlet, que é o veículo para expansão fora dos shopping centers, está lenta na abertura de novas lojas.
A Piercing Pagoda está em crescimento no mercado, mas devido a forte ênfase para jóias de moda, mas os resultados são relativos.
O Conselho da Zale concorda em honrar seu contrato de emprego e espera desembolsaar aproximadamente $3,6 milhões em dinheiro mais benefícios. As opções em ações podem chegar a mais alguns milhões.
O que acontece com Zale? A pesquisa IDEX não tem nenhuma resposta; na verdade, temos mais perguntas. O próximo presidente virá da própria empresa ou externamente? Esta pessoa será um comerciante ou um técnico? Que acontecerá à equipe atual? E a lista segue.
Para conhecer o relatório completo produzido pela IDEX, clique AQUI